Cidadão Ciberseguro

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) têm enormes vantagens no quotidiano das pessoas, mas também são uma desafio para os utilizadores. Na escola e na família a presença das TIC exigem que os adultos estejam aptos a garantir a segurança dos mais novos, tomando consciência dos riscos e das ameaças online e no uso de apps e softwares, adquirindo e desenvolvendo competências orientadas para a segurança. Na escola ocorrem cada vez mais com maior frequência problemas cuja origem está no uso das TIC, muitas vezes fora do horário escolar.

O Centro Nacional de Cibersegurança lança nova edição do curso Cidadão Ciberseguro que introduz conteúdos relacionados com os comportamentos seguros a adotar em teletrabalho, permitindo ao cidadão adquirir estas competências, necessárias no quotidiano, de uma forma intuitiva. Os formandos serão confrontados com vários conteúdos e exercícios sobre os comportamentos “saudáveis” a adotar, tendo em conta o tema da navegação segura no ciberespaço. O curso e-learning está dividido em três módulos (casa, trabalho e exterior), com quatro tópicos cada (Identidade, Redes e Navegação, Comportamento Social e Trabalho) e inclui uma avaliação final.

O Curso Cidadão Ciberseguro visa garantir ao cidadão um conjunto de competências que o permitam sentir-se apto a navegar de forma segura, reduzindo a sua exposição aos riscos do ciberespaço.

Para obter acesso ao curso e conhecer esta edição, aceda aqui.  

O AEL recomenda esta formação online para todos os pais, mães, docente e não docentes do AEL.

As mulheres também vão a jogo!

No mês de março, mês em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, partindo de um e-mail enviado pela Amnistia Internacional, os alunos das turmas A, B e C do 10ºano, no âmbito de Cidadania e Desenvolvimento e numa atividade articulada entre as docentes de Biologia e Geologia e de Português, foram desafiados a refletirem e a elaborarem um texto de opinião sobre “Igualdade de Género no Desporto”. Dos trabalhos enviados foram selecionados 4 textos mais significativos:

 1 – A caminho da igualdade

Atualmente, a desigualdade de género é algo que está longe de ver uma luz ao fundo do túnel. Esta é uma das maiores realidades do século, que muitos tentam combater. Desde a educação até à política, muitas áreas enfrentam esta luta diária, incluindo a do desporto. 

Muitos podem afirmar que se trata de tradição. Que desde sempre os homens têm um papel mais importante no que toca ao desporto e que inclusivamente o corpo humano foi feito para que o homem tivesse mais força, agilidade. Mas esse é um argumento que já não ilude as mentes jovens. 

Está comprovado que as mulheres podem realizar qualquer tarefa com tanta eficácia quanto os homens. Então porque é que esta desigualdade ainda existe atualmente?

Nos nossos dias, as mulheres continuam a ter uma grande desvantagem em relação aos homens. Têm mais dificuldade em encontrar emprego nesta área e são poucas aquelas que conseguem sobreviver a comentários e desmotivações por parte de outros, ou mesmo sobressair em certas áreas do desporto. Contudo, um dos maiores entraves à igualdade no desporto é o apelo ao consumidor, que consome mais desporto masculino. 

Em muitos desportos, criaram-se regras para que se realizassem jogos justos, em que cada oponente mostra o que realmente consegue fazer sem vantagens prévias. Contudo, o que acontece fora dos jogos é o exato oposto. As mulheres são rebaixadas e dificultam o seu acesso a certos desportos, deixando-as em patamares abaixo de uma partida justa. 

Infelizmente, muitas mulheres são privadas dos seus sonhos por não serem vistas como dignas destes. É necessária uma mudança na mentalidade por parte de pessoas influentes nesta área, mas também por nossa. Afinal, tal como Walt Disney disse “Os sonhos existem para se tornarem realidade”.

Autora: Clara Pereira Mourão, 10ºA

2 -Para quando um jogo misto de futebol?

Para começar, o papel da mulher no mundo do desporto foi-se modificando ao longo dos tempos. Os primeiros testemunhos que evidenciam uma atividade física por parte das mulheres datam da Antiguidade Clássica – em Esparta e Atenas.

Neste período da História, as mulheres não tinham quaisquer direitos no mundo do desporto. Por exemplo, no que toca aos Jogos Olímpicos da Antiguidade, que se realizaram entre 773 a.C. e 393 d.C., as mulheres estavam proibidas de participar por questões religiosas e também não podiam assistir aos mesmos. Se as mulheres violassem estas regras, eram punidas e até sujeitas à pena de morte. 

No entanto, as mulheres solteiras e as raparigas tinham os seus jogos (Jogos de Hera) que decorriam de quatro em quatro anos. 

É preciso dar um salto para o século XX, para que a situação mude. Neste novo século são vários os jornais que, na primeira década de 1900, se referem à participação feminina nos eventos desportivos, assim como aos benefícios para a saúde que a atividade física pode proporcionar. Com o final da Grande Guerra de 1914-1918, a mulher, ao assumir um papel mais ativo na sociedade, substituindo o homem em muitas tarefas, nomeadamente no meio fabril, consegue, com pequenos passos, entrar no mundo da competição e, com essas conquistas, atrair sobre si outro tipo de reações. Deste modo, a tónica simpática e benevolente foi desaparecendo. 

Contudo, com o avançar do novo século, os registos noticiosos desportivos vão tecendo duras críticas aos desejos femininos de participar em algumas provas, nomeadamente no atletismo. Só algum tempo depois é que são reconhecidas as provas femininas no mundo do desporto.

A verdade é que, mesmo depois de se ter alcançado este feito das provas femininas no mundo do desporto, muitas são aqueles (homens e mulheres) que continuam a tecer duras críticas. Na atualidade, no basquetebol, futebol e andebol, por exemplo, cada género joga separado do outro. Em contrapartida, há desportos, como o badminton ou o ténis, em que se formam equipas mistas, ou seja, num jogo, homens e mulheres são co-responsáveis pelas vitórias ou derrotas. Não deveria ser assim para todos os desportos? 

Por conseguinte, lamentavelmente, ainda há separação de géneros em muitas modalidades, o que é inconcebível no séc. XXI. Ainda assim, acredito que estamos mais perto de, num futuro próximo, podermos assistir a jogos com homens e mulheres, lado a lado, dentro das quatro linhas. 

Para concluir, muitas são as mulheres que, com a sua voz, lutaram e continuam a lutar pelos direitos das mulheres no mundo do desporto. A nós, homens, cabe-nos a obrigação de estarmos a seu lado, apoiando-as nessa sua intenção. Só assim, o desporto será realmente inclusivo e, com mulheres em campo, talvez a violência entre os adeptos desapareça, mas isso é uma outra história.

 Autor: Pedro David Neves Sêco, Turma: 10º A

3- Desigualdade de género no desporto 

Na minha opinião, a sociedade de hoje em dia, apesar de ter grandes melhorias em relação ao passado, ainda não conseguiu aceitar, totalmente, a igualdade de género, e o desporto é um exemplo onde as diferenças entre homens e mulheres está vivamente presente.

Primeiramente, desde a antiguidade, sempre existiram papéis bem definidos para indivíduos do sexo masculino e para o feminino. As mulheres destinavam-se às tarefas domésticas e ao cuidado dos filhos, enquanto os homens tinham de trabalhar e ganhar rendimento, para sustentar a família. Dessa maneira, criaram-se os estereótipos, a idealização que as raparigas brincam com bonecas e os rapazes com carros, que os desportos que as mulheres praticam são a ginástica e os dos homens são o futebol. Todavia, estas suposições são totalmente incorretas, porque nem todas as raparigas praticam ginástica, e algumas podem preferir jogar futebol, e o mesmo se aplica aos rapazes. Mas por que razão a sociedade implementa tais ideias nas nossas cabeças? O motivo é desconhecido, mas tem definitivamente de parar!

Em segundo lugar, as mulheres não são tão reconhecidas nos desportos como os homens. Porque será? Talvez seja por estas diferenças e estereótipos que a sociedade teima em criar. Está comprovado que os indivíduos do sexo feminino não têm o mesmo acesso e oportunidades de praticar desporto, de desempenhar cargos de liderança em organizações desportivas, de receber prémios e honorários de desporto, e não têm a mesma atenção nos desportos femininos do que os homens. Podemos constatar esta injustiça através da televisão e mídia. Vemos tantas vezes reportagens, entrevistas, jogos, e conversas sobre jogadores, tais como, o Ronaldo, Bruno Fernandes, André Silva, Rúben Dias (entre outros). Mas quantas vezes esses canais falam e apresentam de jogadoras como Andreia Norton, Cláudia Neto e Ana Borges? Muito menos vezes, posso garantir. Outro exemplo onde se nota esta desigualdade é o caso de Rita Latas. Rita foi a primeira mulher a narrar um jogo de futebol da primeira liga, e recebeu muitas mensagens maldosas apenas pelo facto de ser uma mulher a falar de um desporto “de homens”! 

Por último lugar, apesar de as mulheres não terem o mesmo reconhecimento dos homens, estes também sofrem por praticarem desportos “de raparigas”. Este é o caso de um rapaz que dança ballet. Ele pode ser gozado na sua escola por outros meninos, como acontece tantas vezes. Só porque um homem dança, patina, ou pratica ginástica, não tem de ter a sua masculinidade posta em causa. Aqui estão, de novo, presentes as injustiças que a sociedade criou.

Concluindo, considero que os estereótipos e diferenças (evidenciadas no desporto) ainda estão bem presentes nos dias de hoje. Por este motivo, devemos lutar contra estas desigualdades e tornar o mundo num lugar mais abrangente e tolerante!!

Autora: Maria Margarida Anjos Fernandes, 10º B

4 – (Des)Igualdade de género 

O conceito de Igualdade de Género significa, por um lado, que todos os seres humanos são livres de desenvolver as suas capacidades pessoais e de fazer opções, independentes dos papéis atribuídos a homens e mulheres, e, por outro, que os diversos comportamentos, aspirações e necessidades de mulheres e homens são igualmente considerados e valorizados. De facto, a igualdade de género é uma coisa que ainda está muito longe de ser alcançada, visto que as mulheres são desvalorizadas e discriminadas em muitos aspetos, entre eles no desporto. No desporto, existe desigualdade de género, sendo que este ainda é dominado por discriminação e estereótipos. De acordo com um estudo feito em Portugal, as mulheres representam apenas um terço dos desportistas federados.

A meu ver, o desporto é uma área em que ainda existem muitas diferenças não só pelo facto de as mulheres praticarem um determinado desporto, mas também por serem árbitras ou treinadoras. Um exemplo disto é o facto de numa entrevista a antiga árbitra internacional de hóquei no gelo Charlotte Girard-Fabre ter exposto certas coisas que lhe diziam quando era árbitra. Esta afirmou que por exemplo lhe diziam que o hóquei é um desporto masculino e que ela devia voltar para a cozinha. Além disso, esta não acabou a carreira de forma voluntária, tendo sido despedida depois de ter denunciado a descriminação da sua federação.

No desporto também existe uma diferença salarial entre homens e mulheres. Segundo a revista Forbes que divulgou os desportistas mais bem pagos em 2020 apenas duas mulheres aparecem, sendo elas Naomi Osaka e Serena Williams, que aparecem em 29º e 33º lugar respetivamente. Neste exemplo podemos observar as diferenças salariais, visto que em 100 pessoas apenas 2 são mulheres.

Um dos estereótipos muito presente hoje em dia é o facto de as pessoas considerarem que há desportos só para mulheres e desportos só para homens. Por exemplo, as pessoas pensam que o futebol é só para homens e que as mulheres não têm o direito de o praticar.

Na minha opinião há muitas coisas no desporto que deveriam ser alteradas, sendo a igualdade de género uma coisa que as mulheres sempre tiveram de lutar para ter e mesmo assim hoje em dia é um facto que esta ainda não existe. Temos de continuar a batalhar para mudar mentalidades e comportamentos, como por exemplo, o facto de quando as mulheres denunciam algo ter sempre consequências e muitas vezes é a perda de emprego, tal como aconteceu com a árbitra mencionada neste texto. Também a desigualdade salarial é um assunto com que as mulheres lutam desde o passado, para ter um salário igual aos dos homens, perante o desempenho das mesmas funções. Além disso, penso que não há desportos para homens e para mulheres, há desportos para todos. Cada um deve praticar o desporto que quer e que gosta, sem ter de pensar no que as outras pessoas vão dizer ou pensar. Julgo que cada pessoa deve seguir a profissão que quer, no desporto não é por uma equipa ter uma treinadora mulher que vai perder um jogo, visto que as mulheres têm as mesmas capacidades que os homens e estas têm capacidade para liderar uma equipa ou um clube.

Em síntese, a desigualdade de género está também muito presente no desporto, sendo que temos de lutar para mudar as mentalidades, visto ainda existirem muitos estereótipos. Para finalizar, cito a frase de Michelle Obama “Não há limite para o que nós, como mulheres, podemos realizar.” 

Autora: Matilde dos Santos Melo, 10º B

 

 

Autoavaliação do AEL 2021 – Colabore!

A Autoavaliação do AEL é da, pela e para a comunidade educativa. Colabore!

A autoavaliação de uma escola é um processo levado a cabo por toda a comunidade educativa, que tem por objeto de estudo o funcionamento da escola e a qualidade do ensino adquirido pelos seus alunos. Cabe ao Observatório do AEL a tarefa de recolher o maior número possível de informações relevantes e disponibilizá-las à comunidade, de modo a obter a sua contribuição para a elaboração de um diagnóstico fidedigno e construtivo. Da análise do diagnóstico resulta a identificação de áreas prioritárias que requerem a intervenção através de planos de melhoria, cuja monitorização permite garantir a sua eficaz implementação.

Deste ciclo contínuo de autorregulação pretende-se um impacto positivo real no serviço prestado no nosso agrupamento, que nos permita atingir um nível de excelência e assim beneficiar a vida futura dos nossos alunos e estar mais próximo de cumprir as expetativas da comunidade local a que pertencemos.

Desde 2019 que está em execução um Plano de Melhoria do AEL, ambicioso e abrangente que, apesar dos constrangimentos vividos, talvez os mais exigentes das últimas décadas, se mantém em implementação e com bons resultados. Queremos manter este esforço!

Precisamos da ajuda e envolvimento de Todos e a sua participação começa com a resposta sincera e construtiva aos nossos inquéritos e com quaisquer sugestões que queiram partilhar connosco (através do endereço eletrónico autoavaliacao_ael@aglousa.com).

A partir da próxima 2.ª feira (5 de abril) deverão receber um convite para responderem a um pequeno inquérito. Contamos convosco!

A Equipa do Observatório do Agrupamento (EOA)

Outros instrumentos de gestão do AEL:

Consulte em “Instrumentos de gestão” Projeto Educativo, os Relatórios dos Resultados Académicos, o Plano de Melhoria e outros documentos de gestão organizacional

Dia 2 de abril, Dia da Mundial do Autismo

O Agrupamento de Escolas,  a Câmara Municipal, e a Comissão para a Proteção de Crianças e Jovens da Lousã unem-se com uma mensagem de inclusão acreditando que um dia o autismo será compreendido e aceite por todos.

O Dia Mundial da Consciencialização do Autismo ou simplesmente Dia Mundial do Autismo é assinado em data definida pela ONU – Organização das Nações Unidas, dada a necessidade de esclarecer a população mundial sobre o Autismo.

Segundo o Manual de Saúde Mental – DSM-5, o Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por Transtornos do Espectro Autista (TEA). É um distúrbio neurológico caracterizado pelo comprometimento da interação social, comunicação verbal e não-verbal e comportamento restritivo e repetitivo. Afecta o processamento das informações no cérebro, alterando a forma como as células nervosas e as sinapses se organizam. Contudo, a forma como este processo ocorre a nível cerebral ainda não é bem compreendido. Segundo a ONU, haverá mais de 70 milhões de pessoas com Autismo e afeta 1 em cada 150 crianças. É uma condição permanente, sem cura, com maior incidência nos rapazes: 4 para cada rapariga.

O Autismo altera a forma como uma criança vê e experiência o mundo. Os sintomas apresentados são diversos: dificuldade na aprendizagem, fala, expressar ideias e sentimentos, relacionamentos, estabelecer contacto visual, a existência de padrões repetitivos e movimentos estereotipados como ficar muito tempo sentado a balançar o corpo, comportamentos agressivos, ou o interesse por algo específico. As pessoas com autismo também podem apresentar um aumento de sensibilidade sensorial, podendo ocorrer em um ou em mais sentidos (visão, tacto, audição, paladar e olfacto). As crianças com Autismo têm sintomas diferentes o que torna difícil diagnosticar.

✅ Geralmente, o diagnóstico é realizado entre os 2 e 3 anos de idade, por um psiquiatra ou pedopsiquiatra. Para que o Autismo seja diagnosticado, a deverá haver alterações nas três áreas que esta síndrome afeta: interação social, alteração comportamental e alterações na comunicação. Contudo, não é necessário apresentar uma vasta lista de sintomas já que a doença se manifesta em diferentes graus de comprometimento. Relativamente ao tratamento, deve ser adequado ao tipo de autismo que a criança é detentora e do seu grau de comprometimento. Os principais objectivos no tratamento são: estimular o desenvolvimento social e comunicativo, aprimorar a aprendizagem e capacidade de solucionar problemas, diminuir comportamentos que interferem com a aprendizagem e com o acesso às oportunidades de experiências do quotidiano, ajudando também as famílias a lidar com o autismo.

✅ De uma forma geral, é necessário recorrer a diversos profissionais de saúde como enfermeiros, médicos, fonoaudiólogo, fisioterapeutas, psicopedagogos, terapeutas da fala, entre outros, sendo essencial o apoio familiar. O tratamento deve ser vitalício e reavaliado assiduamente para que possa ser adequado às necessidades da criança e da sua família. Pode abranger o uso de medicação, sessões de fonoaudiologia para melhorar a fala e a comunicação, terapia comportamental para facilitar as actividades diárias, terapia de grupo para melhorar a socialização.

✅ Em Portugal, existem algumas entidades dedicadas a esta realidade. A Federação Portuguesa do Autismo, a Vencer Autismo, a Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Lisboa, a Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Setúbal, a Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo do Norte e a Associação de Amigos do Autismo. A Federação Portuguesa de Autismo tem como missão a defesa incondicional dos direitos das pessoas com Perturbações do Espectro do Autismo. Para mais informações consultar o site http://www.Fpda.pt.

 

Ementas refeitórios escolares – 3º período

Divulgam-se aos alunos e encarregados de educação da Escolas básicas nº1 e nº2 da Lousã e da Escola Secundária as ementas para o 3.º período do presente ano escolar:

Ementas mediterrânicas

Ementas vegetarianas

 Reserva de refeições online – GIAE

 Inquérito de satisfação

Abril – mês da prevenção dos maus tratos

Abril é  mês em que que se assinala a  importância da prevenção dos maus tratos na infância, promovido pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção de Crianças e Jovens. O AEL associa-se a esta causa, enviando uma mensagem à comunidade educativa, na qual alunos, docentes e não docentes podem descobrir o significado da campanha “Laço Azul”. Nas escolas e jardins de infância serão desenvolvidas outras atividades neste âmbito.

Descobre aqui a história da “Campanha do Laço Azul”.

Stressless – app para a prevenção de situações de risco

Associação Chão dos Meninos, sensível ao efeitos da pandemia, criou um recurso para ajudar crianças e jovens em situações de violência, para facilitar a deteção de situações de perigo, uma vez que existe uma menor contacto social (recreios, contactos com profissionais das escolas) que permitem uma maior atenção às situações de risco. 

Em resposta a esta preocupação, criaram um projeto “Caixa Mágica: a caixa que previne, a caixa que protege” aos Prémios Caixa Social 2021, promovidos pela Caixa Geral de Depósitos. Foi aprovado e permiti desenvolver uma aplicação com o objetivo de ajudar, de forma simples e discreta, as crianças e jovens a pedir ajuda.

A partir de um simples toque no telemóvel da criança ou jovem, a Associação recebe uma mensagem no telemóvel o pedido de ajuda que indica as coordenadas do local de envio da mensagem, com uma margem de erro previsível de 5 a 10 metros. Em seguida, contactamos a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens do respetivo concelho para possível despiste de uma situação de perigo.

Endereço na página da Associação: http://www.chaodosmeninos.pt/stressless/

Endereço na App Store: https://apps.apple.com/pt/app/stressless/id1547088584

Endereço na Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=jcondeco.stressless

 

11ª Campanha “Laço Azul” – Atividades da Caritas para famílias

No âmbito da 11ª Campanha “Laço Azul” – Prevenção de Maus Tratos a Crianças e Jovens, os Centros de Atividades de Tempos Livres (CATL) da Cáritas Diocesana de Coimbra, com a colaboração do Instituto de Apoio à Criança (IAC), prepararam um conjunto de atividades lúdicas dirigidas às famílias/casas de acolhimento. Estas atividades serão lançadas faseadamente, sendo o seu arranque no dia 26 de março, coincidindo com o início das férias da Páscoa, para as crianças/jovens terem mais tempo disponível para brincarem em família. Durante o 3º período serão ainda lançadas algumas atividades, mas em menor número, e quando o ano letivo terminar novos desafios serão propostos. O objetivo principal destas atividades é tornar as famílias mais felizes e saudáveis e, também, aliviar algumas tensões que possam existir devido à situação pandémica que estamos a viver. A simplicidade e a utilização de objetos/materiais do dia do dia foram os principais critérios utilizados na escolha das atividades. É muito importante que as crianças brinquem porque é a forma de se desenvolverem e crescerem e é um direito da criança. As atividades propostas poderão ser consultadas em: 

 https://caritascoimbra.pt/atividades-ludicas-dirigidas-as-familias-casas-de-acolhimento-26-marco/

 Além destas atividades será realizado no dia 9 de abril um webinar sobre “Jogos de tabuleiro modernos como atividades para toda a família” e no dia 28 de abril outro webinar com a temática “Prevenir a ansiedade e depressão em tempos difíceis“. Brevemente enviaremos os links para inscrição.  

  A Campanha ”Laço Azul” iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro para fazer com que as pessoas se questionassem. A história que Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que a interpelaram foi trágica, contando os episódios de maus-tratos à sua neta. O seu neto já tinha sido morto por maus-tratos, de forma brutal. As pessoas questionavam: E porquê azul? Bonnie Finney explicava, que, apesar do azul ser uma cor bonita, não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um alerta constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.

 A história de Bonnie Finney demonstra como a preocupação de um único cidadão pode fazer toda a diferença, pode ser eficaz no despertar das consciências da população, relativamente aos maus-tratos contra as crianças, na sua prevenção e na promoção e proteção dos seus direitos. 

Cientes da importância de agitar consciências e contribuir para a implementação de políticas de prevenção, um conjunto de instituições de Coimbra uniu esforços e, durante o mês de abril, dinamiza ações com o objetivo de chamar a atenção para a problemática dos Maus Tratos na Infância.

 Em Coimbra, integram atualmente esta rede, a Agência de Promoção da Baixa de Coimbra, Agrupamento de Escolas Coimbra Centro, ARS Centro – Comissão Regional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, Associação Sorriso – Ninho dos Pequenitos, Câmara Municipal de Coimbra, Cáritas Diocesana de Coimbra, Casa dos Pobres de Coimbra, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Coimbra, Fundação Bissaya Barreto, Instituto de Apoio à Criança, Instituto de Medicina Legal, Instituto Português do Desporto e Juventude Coimbra, Instituto de Segurança Social, I.P. – Centro Distrital de Coimbra, Liga dos Pequeninos, Ministério Público da Comarca de Coimbra e os Núcleos Hospitalares de Apoio a Crianças e Jovens em Risco do Hospital Pediátrico, da Maternidade Daniel de Matos e da Maternidade Bissaya Barreto. 

A Cáritas de Coimbra é uma entidade parceira do AEL.

Orçamento Participativos das Escolas 2021- Resultados

Decorreu nos dias 24 e 25 de março de 2021, na Escola Secundária da Lousã e na Escola Básica nº1 da Lousã, a votação online para o Orçamento Participativo das Escolas 2021 (OPE). Foram um total de 7 propostas e os obtidos da votação são os seguintes:
 
Escola Secundária da Lousã
Proposta 1 – Mesas de Jardim – Valorização do Espaço Exterior – 64 votos (proposta vencedora)
Proposta 2 – Televisão para Divulgação de Atividades da Secundária – 12 votos
Proposta 3 – Cine Patheo – Academia de Cinema da ESL – 27 votos
Proposta 4 – Rádio Escolar no Ar – 43 votos
 
Escola Básica nº 1 da Lousã
Proposta 1 – Tempo de Lazer: Mesas e Bancos de Jardim (em madeira) – 52 votos (proposta vencedora)
Proposta 2 – Embelezamento do Exterior da EB1 -13 votos
Proposta 3 –  Proteção do Lateral de Acesso ao Refeitório (espaço da fila) – 31 votos 
 
O AEL congratula-se com o interesse dos alunos nas propostas apresentadas e com a participação dos alunos  no OPE. As implementação das propostas vencedoras será um ótimo contributo para a valorização do espaço escolar e para os bem-estar da comunidade educativa.

Dia Internacional da Matemática

O Dia Internacional da Matemática, conhecido mundialmente como dia do PI, que é celebrado desde 1988, é um dia onde se celebra a Matemática em todas as suas formas.

O dia do PI é celebrado no dia 14 de março, porque a notação da data, em muitos países, é mês/dia ficando neste dia 3/14, que correspondem aos primeiros três dígitos do número PI.

O dia 14 de março foi proclamado pela UNESCO, em novembro de 2019, como o Dia Internacional da Matemática. Em 2021, este terá a sua segunda celebração oficial sob o tema “A Matemática por um Mundo melhor”.
Integrado nas comemorações deste dia a Diretora de Turma e Professora de Matemática do 10ºC, Professora Alda Domingues, inscreveu os seus alunos no colóquio organizado pelo Centro de Matemática da Universidade do Minho, dirigido à comunidade escolar do 3ª ciclo do ensino básico e ensino secundário, sob o tema “Pi: um número envolto em mistério”, apresentado pelo Prof. Doutor António Machiavelo.
Nesta apresentação, de cerca de 1 hora, foi-nos apresentado o universo fantástico por detrás dos números, numa viagem ao longo dos séculos desde a Grécia Antiga, até à atualidade e de que forma a Matemática está presente em tudo o que nos rodeia.
Ainda no final deste colóquio foi lançado um desafio para os alunos e professores. Sob o tema deste ano e abordando a questão da pandemia, tão presente hoje em dia, o desafio com o tema “Matemática no combate à pandemia” foi proposto o desenvolvimento de um modelo para testagem em grupo, uma técnica já utilizada na 2ª Grande Guerra Mundial, para testar a sífilis nos soldados.

Para mais informações sobre este desafio podem consulte este link: http://w3.math.uminho.pt/CMAT/OUTLAB/testagem_grupo_desafio.pdf

2ª monitorização do ensino a distância

A monitorização do ensino a distância no AEL é uma etapa de avaliação e de melhoria contínua. 

De 22 a 26 de março decorre o 2º momento de monitorização, através da resposta a um breve inquérito no qual, os alunos, as alunas e os pais, podem mencionar os aspetos positivos e os aspetos a melhorar neste regime de ensino não presencial. No mesmo período será aplicado um inquérito similiar às equipas educativas.

O inquérito está disponível durante 5 dias e demora poucos minutos a responder.

Questionário de satisfação

Poderão consultar os resultados da monitorização anterior neste artigo.

Agradecemos a colaboração. 

Feira de Cursos “Traça o teu futuro”

A Associação Juvenil ARAUZ, que integra vários ex-alunos e é parceira do AEL, no dia 30 de março de 2021, realiza uma Feira de Cursos intitulada: “Traça o teu futuro”.

Os alunos, as alunas e pais podem participar mediante inscrição gratuita, e assim também obter mais informação sobre as palestras que vão ser realizadas: 

Formulário de inscrição

Esta atividade da Associação ARAUZ concorre também para um melhor esclarecimento dos alunos e famílias sobre a orientação vocacional.

Aceitem este convite. Participem!

Sessão de formação Escola Virtual

Na tarde de 17 de março, cerca de 100 docentes do AEL participaram numa sessão de formação sobre a utilização da Escola Virtual, da Porto Editora, que contou também com a presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal, para melhor conhecer o funcionamento e as possibilidades desta plataforma de apoio às aprendizagens, que é mais um recurso digital que concorre para o Plano de Transição Digital na Educação.

A Câmara Municipal da Lousã adquiriu recentemente a licença premium desta plataforma para todos os alunos do ensino regular, desde o pré-escolar até ao 12º ano de escolaridade, facilitando aos docentes a preparação das atividades e a seleção de alguns recursos, assim como permite aos alunos uma aprendizagem mais autónoma, com recursos que guiam o aluno e dá feedback sobre o progresso das suas aprendizagens. Também os docentes e encarregados de educação têm acesso à informação sobre o progresso dos alunos.

A inclusão e a acessibilidade são também aspetos a destacar nesta plataforma, por exemplo para alunos com dificuldades de aprendizagem na linguagem ou em conteúdos mais abstratos. Vários conteúdos são apresentados de uma forma lúdica (gamificação) de forma a estimular os alunos que revelam uma menor interesse pelas atividades escolares.

Os alunos e docentes terão acesso à Escola Virtual durante 2 anos.

 

Regresso ao ensino presencial

Hoje foi um dia de reencontros entre crianças e alunos, com os professores e os assistentes operacionais. Um dia soalheiro, em que o vazio e o silêncio dos jardins de infância e das escolas foi preenchido por sorrisos, corridas, saltos e muita vontade de aprender. Os átrios e as salas estavam decoradas com motivos primaveris, prontos a receber a razão da existência dos estabelecimentos de ensino – as crianças. A GNR também acompanhou este regresso às atividades presenciais, cooperando na segurança que todos desejamos.

Estimados alunos, alunas e professores, sejam bem regressados, com a esperança de podermos continuar a traalhar juntos até ao final deste ano escolar.

Agradecemos aos pais a boa cooperação durante este período de ensino a distância.

Dia 15 de março é retomada a atividade letiva presencial no Pré-escolar e 1.º CEB, assim como, ATL, AEC e AAAF.

O Agrupamento de Escolas de Lousã informa a comunidade que, em virtude da decisão do governo, retomaremos as atividades presenciais no pré-escolar e 1ºCEB ciclo já na próxima segunda, dia 15/03.

Mais se informa que a par do retorno às atividades letivas presenciais, retomam também o ATL do 1º CEB e as AAAF do pré-escolar.

As AEC retomam igualmente a prestação presencial de serviço na segunda-feira, assim como, o serviço de refeições.

Os 2º e 3º ciclos retomam a atividade letiva presencial dia 5 de Abril (e ATLs para as mesmas idades).

O Ensino Secundário retoma a atividade letiva presencial no dia 19 de abril.

PROVAS E EXAMES
Relativamente às medidas extraordinárias relativas a avaliação externa e conclusão de ciclos e níveis de ensino, destacam-se as seguintes informações:

I. O cancelamento das provas de aferição e das provas finais de ciclo do 9.º ano.

II. A conclusão do ensino secundário e o acesso ao ensino superior fazem-se exatamente nos mesmos termos do ano letivo passado. Ou seja:
• Os alunos terminam o ensino secundário com a classificação interna, isto é, não fazem exames para conclusão e certificação;
• Os alunos inscrevem-se e realizam apenas as provas de ingresso que pretendem.

III. Para continuar o diagnóstico de aprendizagens eventualmente perdidas, essencial para o planeamento de futuras medidas, realiza-se um estudo por amostra, para o qual se prevê a utilização dos instrumentos de aferição nas datas previstas.

IV. No caso do Ensino Profissional e Artístico, admite-se a realização de Provas de Aptidão Profissional e Artística à distância, em caso de necessidade, e a prática simulada.